Nos dias 22, 23 e 24 de outubro
O Instituto Ísvara Organizou:
Comer bem, comer mal
Essa Palestra Gratuita, organizada pelo Instituto Ísvara, foi realizada no Sábado 16 de outubro
Devido à impossibilidade de receber o grande número de interessados, gravamos a palestra.
Num mundo em que temos a liberdade de comer o que quisermos, quanto quisermos, sem os limites naturais da cultura, da região e das estações do ano, estamos comendo bem ou comendo mal? Como pensar a comida nas horas de comprar, cozinhar e fazer o prato?
Quantidade, qualidade e autoconhecimento são três critérios confiáveis para uma alimentação variada e saudável ao mesmo tempo. Este é o viés da palestra "Comer bem, comer mal", em que a jornalista e escritora Sonia Hirsch expõe a relação entre a comida impensada e os grandes problemas de saúde da atualidade.
Livros de Sonia Hirsch sobre saúde e alimentação:
•Prato feito
•Sem açúcar com afeto
•Mamãe eu quero
•Deixa sair
•O melhor da festa
•Boca feliz & Inhame inhame
•Didó, o curandeiro
•Manual do herói
•O mínimo para você se sentir o máximo
•Só para mulheres
•A dieta do dr Barcellos contra o câncer (e todas as alergias)
•Almanaque de Bichos que dão em Gente
•Atchiiim! – gripes, resfriados, alergias
•Meditando na cozinha
•Paixão emagrece amor engorda
•Amiga Cozinha
Sonia Hirsch
é jornalista e escritora
voltada para promoção
da saúde.
Veja um video sobre o evento:
Ouça a Palestra proferida no dia 8 de dezembro por Clayton Levi, durante a Jornada Gratuita de Saúde oferecida pelo Ísvara
Stress e modernidade: desarmando a bomba relógio
O homem da chamada Pós-Modernidade fez de si mesmo uma bomba relógio. A imagem, embora grosseira, dá uma idéia dos conteúdos mentais e emocionais que habitam o seu psiquismo, tomado por experiências traumáticas, frustrações não elaboradas, sentimentos contraditórios, falsas crenças e condicionamentos culturais que geram necessidades ilusórias.
Todo esse amalgama psíquico convertem-no num ser fragmentado, ambíguo e inseguro. Não raro, transforma a existência numa sucessão de fatos absurdos, razão pela qual passa a enxergar a vida como um absurdo existencial. Não é de estranhar, portanto, que suas fibras psíquicas rompam ante as sucessivas explosões internas e acabem degenerando em doença no corpo ou na mente.
Como não é possível, de imediato, romper com o modo de vida instituído pela sociedade contemporânea, a alternativa é aprender a lidar com as pressões do dia-a-dia. Nessa perspectiva, o autoconhecimento, o desapego e a experiência do afeto podem representar a diferença entre saúde e doença.

Sobre Clayton Levi: Jornalista, mestre em Divulgação Científica e Cultural pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), atuou por vinte anos como repórter dos jornais Correio Popular, Gazeta Mercantil, O Estado de S. Paulo, O Globo e Valor Econômico. Atualmente coordena a área de comunicação e imprensa da Unicamp. Há dez anos desenvolve trabalho voluntário de interação e convivência junto aos pacientes do Hospital de Clínicas da mesma universidade, abordando aspectos relacionados ao afeto nos processos de morte e luto.

Ouça as entrevistas do Professor Andrês na CBN
A repórter Mariana Aranha entrevistou o professor
Andrês a respeito dos distúrbios do sono.
Clique nos links ao lado para ouvir as cinco entrevistas.











